A atenção precisa ser desde a palmilha até o corte das unhas. Uma simples ferida pode acarretar em amputaçã
Os sintomas iniciais são membros dormentes ou dores intensas sem hematomas aparentes nos membros inferiores.
Sendo que, eles podem demonstrar piora durante a noite, ampliando dores lancinantes e sensações de aperto. Sintomas agravados são feridas e formação de úlceras ao redor dos dedos e na lateral do pé.
Por esse risco, segundo o cirurgião vascular, doutor Renan Joaquim, quando um paciente diabético percebe algum desses sintomas, um profissional da área vascular deve ser procurado imediatamente para iniciar o tratamento: “A falta de atenção a esses sintomas podem levar a danos irreversíveis, como amputação dos dedos ou até mesmo de toda a área afetada dos pés”.
Os níveis do agravamento do pé diabético vão dizer qual é o tratamento necessário, que pode ser desde o uso de bandagem, anti-inflamatórios, ou até procedimentos cirúrgicos em casos mais extremos, levando até a amputação do membro.
O que fazer para prevenir o pé diabético
Alguns cuidados no dia a dia de pacientes já diagnosticados com diabetes precisam ser adotados para evitar esse quadro.o
O pé diabético está entre as complicações que mais geram amputação do membro inferior atualmente. Segundo dados do sistema Datasus, do Ministério da Saúde, só em 2021, foram registrados 29.142 procedimentos com essa finalidade no país.
Além disso, esse diagnóstico é dado para cerca de 34% de pacientes diabéticos e oferece risco de óbito 5 vezes maior em relação a diabéticos que não foram afetados por esse quadro.
Devido os números serem preocupantes, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e profissionais da área vascular se uniram para conscientizar sobre prevenção, sintomas e tratamento.//Reconcavo News.


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